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	<title>Transtorno Psicológico Archives &raquo; Artur Scarpato - Psicologia Clínica</title>
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		<title>Como Lidar com a Pandemia em Home Office</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2020 01:38:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A pandemia coloca toda a sociedade num estado de perigo e ameaça. É um Trauma Coletivo. Lidamos com uma ameaça sorrateira, um vírus invisível que flutua no ar, podendo ser inadvertidamente aspirado. Para piorar, lidamos com um rastro de muitas mortes decorrentes da covid e deterioração econômica. Quem está em home office vive uma situação&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A pandemia coloca toda a sociedade num <strong>estado de perigo e ameaça</strong>. É um Trauma Coletivo. Lidamos com uma ameaça sorrateira, um vírus invisível que flutua no ar, podendo ser inadvertidamente aspirado. Para piorar, lidamos com um rastro de muitas mortes decorrentes da covid e deterioração econômica.</p>
<p>Quem está em home office vive uma situação aparentemente mais tranquila do que quem precisa sair para trabalhar, mas que também contém grandes desafios.</p>
<p>Dentro de casa nossas <strong>respostas inatas de defesa ativa</strong>, como enfrentar e lutar são pouco eficazes para lidar com a ameaça do vírus. Estar em casa ativa mais <strong>respostas defensivas de evitação </strong>e <strong>recolhimento</strong> para se proteger.</p>
<p>Por um lado, isso é tranquilizador por nos levar a um lugar seguro, supostamente protegido de contaminação. Por outro lado, pode favorecer estados somáticos de <strong>imobilidade</strong> e <strong>paralisia</strong>, que se fazem acompanhar de sentimentos como impotência, vulnerabilidade e desamparo. Por esta razão é comum ver tanta gente mais deprimida ou ansiosa neste período.</p>
<p>Ao lidar com a pandemia devemos cuidar para não sermos capturados no carrossel de respostas de <strong>imobilidade</strong> e <strong>medo impotente</strong>, duas características marcantes que surgem nas experiências traumatizantes.</p>
<p>Há algumas estratégias que nos ajudam a lidar melhor com o desafio da pandemia. Como princípio geral é necessário <strong>cultivar para si um senso de agência e controle da própria vida</strong>. O controle das coisas pequenas no cotidiano ajuda a diminuir o desamparo frente a ameaça coletiva.</p>
<p>Neste contexto, há algumas sugestões para este período, como:</p>
<p>&#8211; Criar rotina, organizando as atividades no tempo.</p>
<p>&#8211; Manter o corpo ativo, com formas de atividades física e movimento</p>
<p>&#8211; Ter momentos tanto de trabalho como de diversão, de concentração como de dispersão, de esforço voluntário como de entrega involuntária.</p>
<p>&#8211; Buscar uma atitude de curiosidade e aceitação no contato com o próprio mundo mental e cultivar uma atitude de autocuidado.</p>
<p>&#8211; Manter conversas periódicas por áudio, vídeo e se possível, encontros pessoais &#8211; devidamente protegidos &#8211; com pessoas de confiança, aproveitando o processo de corregulação dos estados emocionais.</p>
<p>O desafio trazido pela pandemia pode tanto se tornar uma experiência traumatizante, como um período onde aumentamos nossa tolerância com as dificuldades da vida; podendo desenvolver novos recursos internos, encontrar novos sentidos e nos conectarmos com a coletividade a qual pertencemos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; Contribuí como entrevistado para dois artigos da Revista Veja sobre os efeitos psicológicos da quarentena.</p>
<p>Acesse uma das matérias por <a href="https://veja.abril.com.br/saude/as-saidas-para-superar-a-tristeza-e-a-depressao-que-crescem-no-isolamento/" target="_blank" rel="noopener">aqui (ed 2686/maio 2020)</a> e a segunda matéria por <a href="https://veja.abril.com.br/saude/o-impacto-da-pandemia-nas-decisoes-do-cotidiano-que-vem-por-ai/" target="_blank" rel="noopener">aqui (ed 2698 /agosto 2020</a>)</p>
<p>* por Artur Scarpato</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Quando a catástrofe temida já foi vivida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Jun 2019 16:28:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A mente ansiosa teme o futuro, esperando que algo ruim aconteça. É comum na Síndrome do Pânico a pessoa temer uma catástrofe, como perder totalmente o controle, enlouquecer ou morrer. A perspicácia de Donald Winnicott (*) lhe permitiu perceber que o maior temor de uma pessoa, pode na realidade já ter sido vivido. A catástrofe temida&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A mente ansiosa teme o futuro, esperando que algo ruim aconteça. É comum na Síndrome do Pânico a pessoa temer uma catástrofe, como perder totalmente o controle, enlouquecer ou morrer.</p>
<p>A perspicácia de Donald Winnicott (*) lhe permitiu perceber que o maior temor de uma pessoa, pode na realidade já ter sido vivido. A catástrofe temida no futuro pode ser reflexo de um trauma passado, algo vivido mas psicologicamente não assimilado.</p>
<p>Uma experiência traumática é subjetivamente intolerável e não integrada, sobrevivendo na memória como um aglomerado de elementos fragmentados: afeto, imagens, sensações, respostas motoras inacabadas, etc.</p>
<p>Muitas vezes o medo que uma pessoa com Síndrome do Pânico tem de vir a enlouquecer deriva do trauma de um ataque de pânico onde ela já se sentiu enlouquecendo. Seu medo de morrer deriva na verdade de um ataque de pânico onde já se sentiu morrendo, sem nenhum amparo.</p>
<p>O trauma já foi vivido, mas não assimilado, nem integrado. Nestes casos a sombra do trauma continua a rondar e apavorar. Porém isso não é percebido como pertencente ao passado, mas como algo projetado no futuro, num horizonte temido.</p>
<p>É necessário ajudar o sujeito a revisitar o trauma passado para assimilar o que foi vivido.</p>
<p>A assimilação do trauma se faz através de dois ingredientes importantes:</p>
<p>&#8211; o processo deve ser gradual, titulado, de pouco em pouco, para que seja possível fazer uma integração dos elementos que estavam desconectados.</p>
<p>&#8211; o processo ocorre num campo vincular de confiança. A presença do terapeuta como testemunha e fonte de apoio ajudam a tornar suportável aquilo que outrora havia sido intolerável. O compartilhamento da experiência favorece sua integração.</p>
<p>Através deste processo de integração, o trauma perde sua força como sombra ameaçadora e o futuro deixa de ser o horizonte temido do colapso.</p>
<p><em>* WINNICOTT D W</em>. <em>FEAR OF BREAKDOWN</em>. Int. Rev. Psycho-Anal.(<em>1974</em>) 1, 103 London.</p>
<p>por Artur Scarpato</p>
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		<title>Quando não ter crises não significa superação</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2018 21:59:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pessoa com Síndrome do Pânico que fica um período sem crises de pânico pode não significar uma real superação. Pode indicar que a pessoa tem evitado situações que disparam suas crises, mas que continua vulnerável a elas. Quem tem um transtornos de ansiedade como síndrome do pânico, fobia ou fobia social costuma usar uma estratégia clássica para&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pessoa com Síndrome do Pânico que fica um período sem crises de pânico pode não significar uma real superação. Pode indicar que a pessoa tem evitado situações que disparam suas crises, mas que continua vulnerável a elas.</p>
<p>Quem tem um transtornos de ansiedade como síndrome do pânico, fobia ou fobia social costuma usar uma estratégia clássica para não ter novos picos de ansiedade: a <strong>evitação</strong>.</p>
<p>Há muitos caminhos de evitação, variando com os disparadores, como evitar lugares onde se passou mal, não se afastar dos lugares seguros, não sair sozinho, limitar certos comportamentos, evitar situações de exposição social etc.</p>
<p>Se alguém tem medo de voar de avião e passa a evitar viagens aéreas, pode passar anos sem ter uma crise. Sua vida pode prosseguir aparentemente na normalidade, mas na verdade continua com o mesmo problema, só que mascarado pela evitação. A evitação tem um custo alto, limitando e privando a pessoa de experiências importantes.</p>
<p>Evitar é um péssimo negócio para quem sofre de um transtorno de ansiedade, pois a evitação tem por efeito<strong> reforçar a ansiedade</strong>, aumentando o<strong> sentimento de impotência</strong> e a <strong>crença na incapacidade</strong>.</p>
<p>A estratégia terapêutica eficaz é de <strong>enfrentamento</strong>, de<strong> exposição. </strong>Porém o processo de exposição tem que ser <strong>gradual</strong>.</p>
<p>Uma exposição intensa demais pode levar a inundação, com retraumatização e sensação de impotência e derrota.</p>
<p>Através da <strong>exposição gradual</strong> a pessoa pode colocar em prática recursos aprendidos na terapia. É importante desenvolver <strong>recursos de regulação emocional</strong> para ajudar o corpo a descarregar a tensão e se acalmar. Também é importante <strong>entender e aceitar as reações do corpo</strong> para não entrar num conflito interno que leva a uma escalada na ansiedade.</p>
<p>Para caminhar na superação de um Transtorno de Ansiedade, temos que <strong>substituir a evitação pela exposição gradual, </strong>aumentando a capacidade de<strong> regulação emocional.</strong></p>
<p>por Artur Scarpato</p>
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		<title>Trauma e Janela de Tolerância: o campo produtivo entre o caos e a paralisia.</title>
		<link>https://psicoterapia.psc.br/trauma-e-janela-de-tolerancia-o-campo-produtivo-entre-o-caos-e-paralisia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2017 14:18:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma experiência traumática pode afetar a capacidade posterior de uma pessoa lidar com sua excitação interna &#8211; sejam suas reações corporais, emoções ou sentimentos. Frequentemente as pessoas traumatizadas ficam com uma pequena Janela de Tolerância. A Janela de Tolerância é o quanto de excitação física e emocional uma pessoa consegue lidar de modo integrado, sem&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma experiência traumática pode afetar a capacidade posterior de uma pessoa lidar com sua excitação interna &#8211; sejam suas reações corporais, emoções ou sentimentos.</p>
<p>Frequentemente as pessoas traumatizadas ficam com uma pequena Janela de Tolerância.</p>
<p>A Janela de Tolerância é o quanto de excitação física e emocional uma pessoa consegue lidar de modo integrado, sem se desregular, sem congelar e nem dissociar.</p>
<p>Podemos pensar na janela de tolerância como uma faixa produtiva entre duas margens problemáticas. Quando a janela de tolerância se estreita, a pessoa entra num dos extremos, de caos ou paralisia.</p>
<p>Na margem de cima, quando a excitação vai além da capacidade de integração, pode surgir descontrole, impulsividade e inundação emocional, com acessos de ansiedade, raiva e/ou choro.</p>
<p>No outro extremo, há mecanismos que buscam uma restrição radical da excitação, surgindo anestesia, depressão, perda de vitalidade e lentificação.</p>
<p>É somente entre as duas margens da janela de tolerância que a experiência interna pode ser assimilada e integrada. Neste estado de integração há possibilidade de uma articulação coerente entre sensações, sentimentos, pensamentos e ações.</p>
<p>A psicoterapia deve trabalhar ampliando esta faixa produtiva da Janela de Tolerância, ajudando tanto na assimilação do excessivo como no descongelamento da rigidez. Assim é possível sair tanto da desorganização caótica da alta exitação como do congelamento defensivo da imobilidade, duas consequências comuns do trauma.</p>
<p>por Artur Scarpato</p>
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		<title>A emoção sem história e a história sem emoção: os traumas na raiz dos transtornos de ansiedade.</title>
		<link>https://psicoterapia.psc.br/a-emocao-sem-historia-e-a-historia-sem-emocao-os-traumas-na-raiz-dos-transtornos-de-ansiedade/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Sep 2015 19:38:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Numa situação traumática a mente busca se proteger através de mecanismos para limitar os efeitos caóticos da dor e do sofrimento psicológico. Um destes mecanismo é a dissociação entre emoção e cognição. A dissociação pode permanecer por anos e a pessoa pode se lembrar do que ocorreu mas sem sentir nenhuma emoção com a lembrança.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Numa situação traumática a mente busca se proteger através de mecanismos para limitar os efeitos caóticos da dor e do sofrimento psicológico. Um destes mecanismo é a dissociação entre emoção e cognição.</p>
<p>A dissociação pode permanecer por anos e a pessoa pode se lembrar do que ocorreu mas sem sentir nenhuma emoção com a lembrança. Ou ao contrário, pode ter intensas reações emocionais mas sem lembrar da situação traumática que originou estas reações.</p>
<p>Os traumas estão na raiz de muitos problemas psicológicos que vão se manifestar posteriormente de modos distintos e vão receber diagnósticos diferentes, apesar de sua raiz comum. Muitos casos de depressão e transtornos de ansiedade, por exemplo, derivam de experiências traumáticas. Estes traumas podem ficar aparentemente adormecidos dentro da pessoa até serem ativados por experiências posteriores que reverberam aquela mesma problemática e disparam uma nova expressão para o sofrimento.</p>
<p>Quando vamos investigar casos de fobia social, por exemplo, comumente vemos que a emoção atual de ansiedade é uma reativação de emoções de experiências traumáticas que estavam dissociadas, como experiências traumáticas de humilhação, vergonha, bullying, rejeição etc.</p>
<p>Em casos de Síndrome do Pânico e Agorafobia frequentemente encontramos experiências traumáticas de violência, perda, abandono, separação etc.</p>
<p>A experiência emocional dissociada permanece em segundo plano como combustível alimentando os sintomas atuais.</p>
<p>Nos casos mais difíceis, que respondem mais lentamente ao tratamento, traumas complexos do passados tem presença importante. O sofrimento atual não pode ser totalmente resolvido enquanto não se integra as experiências traumáticas cindidas. Conforme avançamos no processo psicoterapêutico, os elementos cindidos voltam a se integrar, a memória emocional se conecta com a memória narrativa do que foi vivido.</p>
<p>A integração entre a história de vida e a reação emocional &#8211; entre cognição e emoção &#8211; é que vai permitir a pessoa superar seu sofrimento atual, sua depressão, sua fobia, seu pânico, seu trauma.</p>
<p>(Artur Scarpato)</p>
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		<title>Tratamento Psicológico como Primeira Opção</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Mar 2015 02:36:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Psicologia tem evoluído significativamente no desenvolvimentos de técnicas e abordagens com eficácia comprovada no tratamento de diferentes problemas mentais. Um fato importante que ilustra esta evolução ocorreu na Inglaterra no ano passado. No início de 2014, o Instituto Nacional para a Saúde e Excelência em Cuidados (NICE, em inglês), órgão oficial do governo inglês,&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Psicologia tem evoluído significativamente no desenvolvimentos de técnicas e abordagens com eficácia comprovada no tratamento de diferentes problemas mentais. Um fato importante que ilustra esta evolução ocorreu na Inglaterra no ano passado.</p>
<p>No início de 2014, o Instituto Nacional para a Saúde e Excelência em Cuidados (NICE, em inglês), órgão oficial do governo inglês, publicou as novas diretrizes para o tratamento de vários transtornos mentais. A partir de agora, para diversos transtornos mentais, o<strong> tratamento psicológico é a primeira opção de tratamento</strong>, tendo precedência sobre os tratamentos medicamentosos.</p>
<p>Segundo o NICE, entre os transtornos que devem ser <strong>tratados preferencialmente com tratamento psicológico</strong> estão todos os Transtornos de Ansiedade como Pânico, Fobia Social, Estresse Pós Traumático, Transtorno de Ansiedade Generalizada, Transtorno Obsessivo Compulsivo e Transtorno Dismórfico Corporal.</p>
<p>Esta é uma mudança importante, reconhecendo o avanço das teorias e técnicas desenvolvidas nas últimas décadas. Os resultados positivos dos tratamentos psicológicos se mostram cada vez evidentes e consistentes, tornando-se agora o <strong>tratamento padrão para os transtornos de ansiedade</strong>.</p>
<p>É importante que cada vez mais pessoas na população possam se beneficiar destes avanços nas técnicas psicológicas e que um contingente maior de psicólogos possam ser treinados nestas abordagens eficazes.</p>
<p>Você pode ler o anúncio das novas diretrizes do NICE para os Transtornos de Ansiedade (em inglês) <a title="New NICE quality standard of treatments for anxiety disorders." href="http://www.nice.org.uk/news/press-and-media/new-nice-quality-standard-aims-to-improve-recognition-assessment-and-availability-of-treatments-for-anxiety-disorders" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>(Artur Scarpato)</p>
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		<title>A vida não vivida</title>
		<link>https://psicoterapia.psc.br/a-vida-nao-vivida/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Dec 2012 22:57:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Frequentemente vejo pessoas que chegam (finalmente) para terapia depois de anos e às vezes décadas de sofrimento psicológico. Ela tem suas vidas limitadas pelo medo de ter uma crise de pânico, pelo receio de passar constrangimento numa situação social, por ser escravizado por rituais obsessivos, por temer reviver algum trauma&#8230; Estas pessoas estavam vivendo vidas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Frequentemente vejo pessoas que chegam (finalmente) para terapia depois de anos e às vezes décadas de sofrimento psicológico. Ela tem suas <strong>vidas limitadas</strong> pelo medo de ter uma crise de pânico, pelo receio de passar constrangimento numa situação social, por ser escravizado por rituais obsessivos, por temer reviver algum trauma&#8230;</p>
<p>Estas pessoas estavam vivendo vidas precárias, privadas de satisfação, empobrecidas de oportunidades, sem nunca terem efetivamente buscado e enfrentado um <strong>tratamento psicológico especializado</strong> que poderia resolver seus problemas. Muitas destas pessoas iam &#8220;levando a vida&#8221;, com um controle precário de sintomas, muitas vezes com a ajuda de alguma medicação prescrita anos atrás. Mas o que ressalta aos olhos é a ausência de busca de uma ajuda que resolveria de fato o problema.</p>
<p>Quanta vida não estava sendo vivida? O que a pessoa faria se não estivesse <strong>consumindo tanto de seu tempo e energia</strong> lutando com seu sofrimento?</p>
<p>Hoje a Psicologia vive um desafio importante, de aumentar o <strong>conhecimento de sua eficácia</strong>, para que as pessoas saibam que existem <strong>tratamentos psicológicos especializados para diferentes transtornos psicológicos</strong> e que o sofrimento mental não é algo com o qual a pessoa tem que se acomodar tristemente.</p>
<p>A vida pode ser vivida mais plenamente.</p>
<p>(por Artur Scarpato)</p>
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		<title>A Limitação da Vida Mental pela Ansiedade Excessiva</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Oct 2012 21:28:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Pânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das características de um transtorno psicológico, como os transtornos de ansiedade é a restrição da vida mental. A pessoa que antes tinha certa liberdade de pensamento, de sentimento e de ação passa por um processo de limitação progressiva de sua vida psicológica. Quanto mais grave o transtorno de ansiedade, mais a vida mental da&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das características de um transtorno psicológico, como os transtornos de ansiedade é a <strong>restrição da vida mental</strong>. A pessoa que antes tinha certa liberdade de pensamento, de sentimento e de ação passa por um processo de <strong>limitação progressiva</strong> de sua vida psicológica. Quanto mais grave o transtorno de ansiedade, mais a vida mental da pessoa é dominada por preocupações, ruminações, medos e evitações.</p>
<p>A pessoa com Transtorno do Pânico (ou Síndrome do Pânico), por exemplo, fica parte do tempo temendo uma nova crise, imaginando situações catastróficas, monitorando sensações temidas em seu corpo, evitando se expor a situações onde ela teme ter um ataque de pânico. De modo bastante parecido funciona alguém tomado por Transtorno de Estresse Pós Traumático, Fobia Social, TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo), etc.</p>
<p>A mente da pessoa fica <strong>enclausurada</strong> em pensamentos negativos, preocupações repetitivas, inquietação, alerta, rituais, etc. Nos casos mais graves, estes processos mentais negativos passam a ocupar <strong>a maior parte do dia</strong> e da <strong>energia mental</strong> da pessoa.</p>
<p>A energia mental que poderia ser direcionada para criatividade, trabalho, estudo e realizações pessoais, vai sendo consumida pelo sofrimento.</p>
<p>A Psicologia dispõe atualmente de <strong>estratégias</strong>, <strong>técnicas</strong> e <strong>abordagens</strong> especializadas <strong>eficazes</strong> para ajudar uma pessoa com um Transtorno de Ansiedade a melhorar drasticamente de seu sofrimento. A reconquista da <strong>liberdade psicológica</strong> é essencial para o sentimento de bem estar existencial e para a realização de potenciais criativos na vida.</p>
<p>(por Artur Scarpato)</p>
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		<title>Avanços no Tratamento do Transtorno do Pânico</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Aug 2012 20:13:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Pânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No XII Congresso Brasileiro de Psicoterapia Corporal, realizado este ano em Curitiba nos dias 7,8 e 9 de junho, apresentei para os colegas da área uma proposta integrativa de tratamento psicológico para pessoas com Transtorno de Pânico. Esta proposta busca reunir e integrar recursos que se mostram eficazes para ajudar as pessoas a superarem seus&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No XII Congresso Brasileiro de Psicoterapia Corporal, realizado este ano em Curitiba nos dias 7,8 e 9 de junho, apresentei para os colegas da área uma proposta integrativa de tratamento psicológico para pessoas com Transtorno de Pânico.</p>
<p>Esta proposta busca reunir e integrar recursos que se mostram eficazes para ajudar as pessoas a <strong>superarem seus sintomas</strong> de pânico e alcançarem uma conexão profunda com os <strong>estados internos que agiam subterraneamente</strong> no processo que desencadeou o sofrimento.</p>
<p>Para ler o artigo publicado nos Anais do Congresso, <a href="http://www.psicoterapia.psc.br/scarpato/scarpato_panicoregula.pdf" target="_blank">clique aqui.</a> (formato pdf).</p>
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