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	<title>admin, Author at Artur Scarpato - Psicologia Clínica</title>
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		<title>O continuum segurança &#8211; ameaça no campo do trauma</title>
		<link>https://psicoterapia.psc.br/continuum-seguranca-ameaca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Sep 2023 15:58:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das metas da psicoterapia é restaurar o sentimento de segurança. Após experiências traumáticas como perdas, acidentes, doenças, rompimentos, traições, entre outros, a pessoa permanece presa num estado de ameaça, muitas vezes por anos após o evento . Estar no campo da ameaça pode tanto significar ficar preso num estado hiperativo ou hipoativo. No estado&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das metas da psicoterapia é restaurar o sentimento de segurança. Após experiências traumáticas como perdas, acidentes, doenças, rompimentos, traições, entre outros, a pessoa permanece presa num estado de ameaça, muitas vezes por anos após o evento .</p>
<p>Estar no campo da ameaça pode tanto significar ficar preso num estado hiperativo ou hipoativo. No estado hiperativo o sujeito fica com graus aumentados de alerta, ansiedade, inquietação e irritação. No estado hipoativo fica abatido, desligado, congelado e sem esperança. Tanto o estado hiperativo como o hipoativo emergem de um sistema cristalizado no campo da ameaça e insegurança em decorrência de traumas não processados.</p>
<p>O estado de segurança, por seu lado, favorece a saúde, a curiosidade, alegria, criação de vínculos e a abertura para novas experiências.</p>
<p>Temos três estados básicos (segurança, hiperativação e hipoativação), descritos pela Teoria Polivagal de Stephen Porges, que são bússolas de orientação no trabalho com o trauma.</p>
<p>Localizar onde alguém está neste continuum que vai do estado de segurança aos diferentes graus do estado de ameaça (hiperativação e hipoativação) nos aponta o que devemos fazer para sair do campo traumático em direção a restaurar a segurança e a saúde.</p>
<p>ESTADO DE SEGURANÇA -&gt; -&gt; -&gt; -&gt; -&gt; ESTADO DE AMEAÇA</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>por Artur Scarpato</p>
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		<title>Pânico e Trauma Complexo: como entender os &#8220;casos difíceis&#8221;.</title>
		<link>https://psicoterapia.psc.br/panico-traumacomplexo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jun 2021 14:36:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há passos bem estabelecidos no tratamento da síndrome do pânico. Uma abordagem eficaz foca em três vetores principais: aumentar a capacidade de regulação emocional, ampliar a janela de tolerância e processar as memórias traumáticas ligadas as primeiras crises de pânico. Seguindo este caminho, sensações, emoções e pensamentos deixam de ser vividos como ameaçadores e podem&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há passos bem estabelecidos no tratamento da síndrome do pânico. Uma abordagem eficaz foca em três vetores principais: aumentar a capacidade de regulação emocional, ampliar a janela de tolerância e processar as memórias traumáticas ligadas as primeiras crises de pânico. Seguindo este caminho, sensações, emoções e pensamentos deixam de ser vividos como ameaçadores e podem ser integrados ao funcionamento mental do sujeito. Com um tratamento focado nestes vetores, a maior parte dos pacientes consegue superar as crises de pânico e voltar a uma vida livre das limitações do pânico.</p>
<p>No entanto há pacientes que não respondem tão bem ao protocolo padrão e continuam apresentando crises de pânico, apesar da utilização de técnicas e estratégias usualmente efetivas.</p>
<p>Observamos que a maioria destes casos difíceis tem um elemento em comum: traumas complexos. O que leva a traumas complexos são experiências traumáticas precoces, traumas relacionais repetitivos que levam a processos de dissociação, desregulação emocional, problemas vinculares etc.</p>
<p>Na dissociação uma parte da personalidade cinde do restante durante o trauma e a pessoa segue funcionando de modo “aparentemente normal”. No entanto a parte dissociada continua na sombra e retorna em alguns momentos causando sintomas e estados mentais disfuncionais, relacionados a experiência original do trauma. Experiências repetidas de negligência ou abuso com os cuidadores no início da vida podem levar a criança a estados de desamparo e desorganização que ficam dissociados em redes de memória implícita.</p>
<p>Quando a pessoa com trauma complexo entra numa crise de pânico, sua experiência inicial de medo das reações do corpo se amplia, reverberando angústias antigas e profundas. No tratamento, quando vamos processar a memória de uma crise de pânico, nos deparamos com um buraco mais profundo em que surgem camadas profundas de angústia e desorganização, que dificultam que o processamento e a integração se completem.</p>
<p>Os casos de pânico com trauma complexo exigem uma nova direção do tratamento. É necessário um investimento mais intenso na criação de recursos de estabilização e regulação emocional, na construção de um vínculo terapêutico seguro, na identificação e integração das partes dissociadas, demandando um processamento mais gradual e lento.</p>
<p>Seguindo um caminho terapêutico adequado, observamos que mesmo as pessoas com traumas complexos conseguem superar as restrições trazidas pelos sintomas da Síndrome do Pânico.</p>
<p>* por Artur Scarpato</p>
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		<title>Como Lidar com a Pandemia em Home Office</title>
		<link>https://psicoterapia.psc.br/como-lidar-com-quarentena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2020 01:38:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A pandemia coloca toda a sociedade num estado de perigo e ameaça. É um Trauma Coletivo. Lidamos com uma ameaça sorrateira, um vírus invisível que flutua no ar, podendo ser inadvertidamente aspirado. Para piorar, lidamos com um rastro de muitas mortes decorrentes da covid e deterioração econômica. Quem está em home office vive uma situação&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A pandemia coloca toda a sociedade num <strong>estado de perigo e ameaça</strong>. É um Trauma Coletivo. Lidamos com uma ameaça sorrateira, um vírus invisível que flutua no ar, podendo ser inadvertidamente aspirado. Para piorar, lidamos com um rastro de muitas mortes decorrentes da covid e deterioração econômica.</p>
<p>Quem está em home office vive uma situação aparentemente mais tranquila do que quem precisa sair para trabalhar, mas que também contém grandes desafios.</p>
<p>Dentro de casa nossas <strong>respostas inatas de defesa ativa</strong>, como enfrentar e lutar são pouco eficazes para lidar com a ameaça do vírus. Estar em casa ativa mais <strong>respostas defensivas de evitação </strong>e <strong>recolhimento</strong> para se proteger.</p>
<p>Por um lado, isso é tranquilizador por nos levar a um lugar seguro, supostamente protegido de contaminação. Por outro lado, pode favorecer estados somáticos de <strong>imobilidade</strong> e <strong>paralisia</strong>, que se fazem acompanhar de sentimentos como impotência, vulnerabilidade e desamparo. Por esta razão é comum ver tanta gente mais deprimida ou ansiosa neste período.</p>
<p>Ao lidar com a pandemia devemos cuidar para não sermos capturados no carrossel de respostas de <strong>imobilidade</strong> e <strong>medo impotente</strong>, duas características marcantes que surgem nas experiências traumatizantes.</p>
<p>Há algumas estratégias que nos ajudam a lidar melhor com o desafio da pandemia. Como princípio geral é necessário <strong>cultivar para si um senso de agência e controle da própria vida</strong>. O controle das coisas pequenas no cotidiano ajuda a diminuir o desamparo frente a ameaça coletiva.</p>
<p>Neste contexto, há algumas sugestões para este período, como:</p>
<p>&#8211; Criar rotina, organizando as atividades no tempo.</p>
<p>&#8211; Manter o corpo ativo, com formas de atividades física e movimento</p>
<p>&#8211; Ter momentos tanto de trabalho como de diversão, de concentração como de dispersão, de esforço voluntário como de entrega involuntária.</p>
<p>&#8211; Buscar uma atitude de curiosidade e aceitação no contato com o próprio mundo mental e cultivar uma atitude de autocuidado.</p>
<p>&#8211; Manter conversas periódicas por áudio, vídeo e se possível, encontros pessoais &#8211; devidamente protegidos &#8211; com pessoas de confiança, aproveitando o processo de corregulação dos estados emocionais.</p>
<p>O desafio trazido pela pandemia pode tanto se tornar uma experiência traumatizante, como um período onde aumentamos nossa tolerância com as dificuldades da vida; podendo desenvolver novos recursos internos, encontrar novos sentidos e nos conectarmos com a coletividade a qual pertencemos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; Contribuí como entrevistado para dois artigos da Revista Veja sobre os efeitos psicológicos da quarentena.</p>
<p>Acesse uma das matérias por <a href="https://veja.abril.com.br/saude/as-saidas-para-superar-a-tristeza-e-a-depressao-que-crescem-no-isolamento/" target="_blank" rel="noopener">aqui (ed 2686/maio 2020)</a> e a segunda matéria por <a href="https://veja.abril.com.br/saude/o-impacto-da-pandemia-nas-decisoes-do-cotidiano-que-vem-por-ai/" target="_blank" rel="noopener">aqui (ed 2698 /agosto 2020</a>)</p>
<p>* por Artur Scarpato</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Coronavírus, Ansiedade e Regulação Emocional</title>
		<link>https://psicoterapia.psc.br/covid19/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2020 18:08:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vivemos tempos de exceção. Tudo aquilo que fazíamos com naturalidade se transformou em ameaça: encontrar alguém, apertar uma mão, dar um beijo no rosto, participar de um encontro de trabalho, ir a uma festa com amigos ou familiares. Vivemos ameaçados por um vírus invisível cujo portador pode estar assintomático e nem saber que carrega tal risco.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos <strong>tempos de exceção</strong>. Tudo aquilo que fazíamos com naturalidade se transformou em ameaça: encontrar alguém, apertar uma mão, dar um beijo no rosto, participar de um encontro de trabalho, ir a uma festa com amigos ou familiares.</p>
<p>Vivemos ameaçados por um vírus invisível cujo portador pode estar assintomático e nem saber que carrega tal risco. O outro se tornou um perigo potencial. Do mesmo modo a nossa proximidade pode representar uma ameaça para o outro.</p>
<p>Nada seria mais disfuncional para um ambiente urbano, onde a vida de cada um depende de encontros e trocas com algum grau de proximidade física.</p>
<p>E vivemos agora ansiosos na cidade, sem saber quem pode contaminar quem, se eu sou uma ameaça ou uma potencial vítima.</p>
<p>Somos chamados ao isolamento, ao recolhimento forçado dentro de casa, com o mínimo de proximidade física e o máximo de distância.</p>
<p>Ainda podemos ainda interagir remotamente, por telefone e mídias sociais.</p>
<p>Mas o corpo se tornou ameaçador e ameaçado. E nossa corporeidade determina nossas reações internas: ansiedade, tensão, desconforto e alerta.</p>
<p>Vivemos <strong>desregulados</strong>, num <strong>estado interno de defesa</strong> frente a um potencial perigo. Nos cabe reconhecer este estado disfuncional e encontrar recursos de <strong>regulação emocional</strong>. Nosso sistema precisa de um mínimo de segurança e previsibilidade para funcionar bem, para não adoecer.</p>
<p>Precisamos nos <strong>autorregular</strong>. Pela <strong>autorregulação</strong> reduzimos o estado de alerta e defesa para alcançar um estado interno de mais equilíbrio.</p>
<p>Muitas práticas nos ajudam nesta tarefa: respirações lentas, movimentos conscientes, técnicas específicas e formas variadas de expressão que nos ajudam a sintonizar profundamente conosco, ativando nossa capacidade inerente de <strong>autorregulação somática</strong> e equilíbrio interno.</p>
<p>E contamos também com o recurso da <strong>regulação vincular</strong>, com a presença de um outro que não nos ameaça, seja porque está a uma distância segura e porque nos transmite solidariedade e confiança. Este outro pode estar no mesmo ambiente, mas também do outro lado do telefone ou da tela. Neste momento de <strong>conexão segura</strong>, o outro volta a ser quem mais precisamos nestas horas: o outro que nos faz sentir acompanhados. Me conecto com o outro quando ele cuida de mim, mas também quando eu cuido dele, quando ele me olha, mas também quando eu olho e me importo com ele, neste complexo processo bidirecional de <strong>regulação vincular</strong>.</p>
<p>Nestes tempos de <strong>coronavírus</strong>, precisamos dos preciosos <strong>recursos</strong> de <strong>autoregulação</strong> e de <strong>regulação vincular.</strong> A <strong>psicoterapia</strong> é um espaço para aprender e desenvolver estes recursos essenciais. Estes caminhos podem nos ajudam a sair de um estado agitado ou congelado de ameaça para um estado mais seguro, tranquilo e até esperançoso. Somente assim podemos atravessar este mar social revolto, carregado de notícias ruins e ameaças potenciais, <strong>sem adoecer</strong>.</p>
<p>por Artur Scarpato &#8211; Psicólogo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Quando a catástrofe temida já foi vivida</title>
		<link>https://psicoterapia.psc.br/catastrofe-temida-vivida/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Jun 2019 16:28:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A mente ansiosa teme o futuro, esperando que algo ruim aconteça. É comum na Síndrome do Pânico a pessoa temer uma catástrofe, como perder totalmente o controle, enlouquecer ou morrer. A perspicácia de Donald Winnicott (*) lhe permitiu perceber que o maior temor de uma pessoa, pode na realidade já ter sido vivido. A catástrofe temida&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A mente ansiosa teme o futuro, esperando que algo ruim aconteça. É comum na Síndrome do Pânico a pessoa temer uma catástrofe, como perder totalmente o controle, enlouquecer ou morrer.</p>
<p>A perspicácia de Donald Winnicott (*) lhe permitiu perceber que o maior temor de uma pessoa, pode na realidade já ter sido vivido. A catástrofe temida no futuro pode ser reflexo de um trauma passado, algo vivido mas psicologicamente não assimilado.</p>
<p>Uma experiência traumática é subjetivamente intolerável e não integrada, sobrevivendo na memória como um aglomerado de elementos fragmentados: afeto, imagens, sensações, respostas motoras inacabadas, etc.</p>
<p>Muitas vezes o medo que uma pessoa com Síndrome do Pânico tem de vir a enlouquecer deriva do trauma de um ataque de pânico onde ela já se sentiu enlouquecendo. Seu medo de morrer deriva na verdade de um ataque de pânico onde já se sentiu morrendo, sem nenhum amparo.</p>
<p>O trauma já foi vivido, mas não assimilado, nem integrado. Nestes casos a sombra do trauma continua a rondar e apavorar. Porém isso não é percebido como pertencente ao passado, mas como algo projetado no futuro, num horizonte temido.</p>
<p>É necessário ajudar o sujeito a revisitar o trauma passado para assimilar o que foi vivido.</p>
<p>A assimilação do trauma se faz através de dois ingredientes importantes:</p>
<p>&#8211; o processo deve ser gradual, titulado, de pouco em pouco, para que seja possível fazer uma integração dos elementos que estavam desconectados.</p>
<p>&#8211; o processo ocorre num campo vincular de confiança. A presença do terapeuta como testemunha e fonte de apoio ajudam a tornar suportável aquilo que outrora havia sido intolerável. O compartilhamento da experiência favorece sua integração.</p>
<p>Através deste processo de integração, o trauma perde sua força como sombra ameaçadora e o futuro deixa de ser o horizonte temido do colapso.</p>
<p><em>* WINNICOTT D W</em>. <em>FEAR OF BREAKDOWN</em>. Int. Rev. Psycho-Anal.(<em>1974</em>) 1, 103 London.</p>
<p>por Artur Scarpato</p>
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		<title>Da Ansiedade à Tranquilidade: Descarga e Regulação Emocional</title>
		<link>https://psicoterapia.psc.br/importancia-da-regulacao-emocional/</link>
		
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		<pubDate>Sat, 18 May 2019 20:30:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Toda emoção ocorre como uma onda, com começo, meio e fim. A onda emocional cresce, alcança um pico de intensidade e começa a diminuir, até se dissolver. A tristeza vem, alcança seu zênite, diminui e passa. Porém, em algumas situações, as emoções não vão embora e ficam como um estado constante, como uma tristeza sempre presente,&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Toda emoção ocorre como uma onda, com começo, meio e fim. A <strong>onda emocional</strong> cresce, alcança um pico de intensidade e começa a diminuir, até se dissolver. A tristeza vem, alcança seu zênite, diminui e passa. Porém, em algumas situações, as emoções não vão embora e ficam como um estado constante, como uma tristeza sempre presente, um medo que sempre ronda&#8230; Uma das funções do trabalho de <strong>regulação emocional</strong> é ajudar o organismo a sair deste estado cristalizado de ativação. É necessário promover a <strong>descarga</strong> da tensão emocional, para que a tristeza dê lugar a serenidade, para que o medo dê lugar a calma.</p>
<p>Um fenômeno comum nos Transtornos de Ansiedade é uma dificuldade desta descarga. Quando a onda de ansiedade/medo poderia começar a baixar, ela sobe novamente, quando poderia descarregar, reativa e sobe. Assim a pessoa não acalma nunca, não descarrega a tensão emocional.</p>
<p>Este processo é influenciado por um fenômeno denominado <strong>kindling</strong>, em que o cérebro fica sensibilizado a disparar repostas de ansiedade cada vez mais facilmente. No momento em que a emoção começaria a baixar, surge um novo disparador que impede a descida. Este disparador pode ser um pensamento negativo, uma fantasia catastrófica, um medo de relaxar e perder o controle. Assim a pessoa permanece ansiosa sem ter experimentado realmente alívio e calma.</p>
<p>Para descarregar a tensão o corpo dispõe de <strong>reações ancestrais de tremores e movimentos involuntários.</strong> Neste momento, se o sujeito não se entrega a estas reações involuntárias, impede o processo de autorregulação somática. O <strong>medo do descontrole</strong> inibe as respostas que seriam necessárias para completar a onda emocional.</p>
<p>No trabalho com os transtornos de ansiedade precisamos restaurar a capacidade regulação emocional, ajudando a <strong>completar a onda emocional</strong>, de carga seguida de descarga, de tensão seguida de relaxamento, com atenção especial aos processos involuntários de descarga. Para isso exploramos estratégias, técnicas e recursos para ajudar a completar respostas de descarga, saindo do estado crônico de tensão e ansiedade.</p>
<p>por Artur Scarpato.</p>
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		<title>A regulação emocional através da convergência binocular</title>
		<link>https://psicoterapia.psc.br/convergencia-binocular/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2018 23:21:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma crise de pânico é um estado de hiperativação autonômica, com sintomas de aceleração dos batimentos cardíacos, dificuldade de respirar, transpiração, tremores etc. Existem técnicas que ajudam a diminuir estes sintomas, regulando o sistema nervoso desequilibrado. Exercícios de respiração abdominal lenta e pausada, por exemplo, são clássicos na diminuição dos sintomas de pânico, por reduzirem&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma crise de pânico é um estado de <strong>hiperativação autonômica</strong>, com sintomas de aceleração dos batimentos cardíacos, dificuldade de respirar, transpiração, tremores etc.</p>
<p>Existem técnicas que ajudam a diminuir estes sintomas, <strong>regulando o sistema nervoso desequilibrado</strong>. Exercícios de respiração abdominal lenta e pausada, por exemplo, são clássicos na diminuição dos sintomas de pânico, por reduzirem os sintomas de hiperventilação.</p>
<p>Há outro recurso precioso a ser utilizado em situações de ansiedade, podendo ajudar tanto nas situações de ansiedade antecipatória como no início de uma crise de pânico. São técnicas específicas de <strong>convergência binocular</strong>. Entre outros efeitos, estas técnicas ativam o <strong>reflexo oculocardíaco</strong>, que promove uma ativação do ramo ventral do nervo vago, com consequente incremento na atividade parassimpática.</p>
<p>As <strong>técnicas de convergência binocular</strong> reduzem os batimentos cardíacos, aumentam a sensação de presença e promovem um estado de calma. Seu aprendizado deve ser feito em consultório, para depois poder ser praticado sempre que a ansiedade aumentar.</p>
<p>A prática clínica tem demonstrado bons resultados das técnicas de convergência binocular no processo de regulação da ansiedade. Devemos sempre lembrar que uma das principais metas do tratamento da Síndrome do Pânico é <strong>aumentar a capacidade de regulação emocional</strong>.</p>
<p>por Artur Scarpato</p>
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		<title>Quando não ter crises não significa superação</title>
		<link>https://psicoterapia.psc.br/nao-ter-crises-nao-significa-superacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 May 2018 21:59:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Fobia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Pânico]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno Psicológico]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
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		<category><![CDATA[fobia]]></category>
		<category><![CDATA[fobia social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pessoa com Síndrome do Pânico que fica um período sem crises de pânico pode não significar uma real superação. Pode indicar que a pessoa tem evitado situações que disparam suas crises, mas que continua vulnerável a elas. Quem tem um transtornos de ansiedade como síndrome do pânico, fobia ou fobia social costuma usar uma estratégia clássica para&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pessoa com Síndrome do Pânico que fica um período sem crises de pânico pode não significar uma real superação. Pode indicar que a pessoa tem evitado situações que disparam suas crises, mas que continua vulnerável a elas.</p>
<p>Quem tem um transtornos de ansiedade como síndrome do pânico, fobia ou fobia social costuma usar uma estratégia clássica para não ter novos picos de ansiedade: a <strong>evitação</strong>.</p>
<p>Há muitos caminhos de evitação, variando com os disparadores, como evitar lugares onde se passou mal, não se afastar dos lugares seguros, não sair sozinho, limitar certos comportamentos, evitar situações de exposição social etc.</p>
<p>Se alguém tem medo de voar de avião e passa a evitar viagens aéreas, pode passar anos sem ter uma crise. Sua vida pode prosseguir aparentemente na normalidade, mas na verdade continua com o mesmo problema, só que mascarado pela evitação. A evitação tem um custo alto, limitando e privando a pessoa de experiências importantes.</p>
<p>Evitar é um péssimo negócio para quem sofre de um transtorno de ansiedade, pois a evitação tem por efeito<strong> reforçar a ansiedade</strong>, aumentando o<strong> sentimento de impotência</strong> e a <strong>crença na incapacidade</strong>.</p>
<p>A estratégia terapêutica eficaz é de <strong>enfrentamento</strong>, de<strong> exposição. </strong>Porém o processo de exposição tem que ser <strong>gradual</strong>.</p>
<p>Uma exposição intensa demais pode levar a inundação, com retraumatização e sensação de impotência e derrota.</p>
<p>Através da <strong>exposição gradual</strong> a pessoa pode colocar em prática recursos aprendidos na terapia. É importante desenvolver <strong>recursos de regulação emocional</strong> para ajudar o corpo a descarregar a tensão e se acalmar. Também é importante <strong>entender e aceitar as reações do corpo</strong> para não entrar num conflito interno que leva a uma escalada na ansiedade.</p>
<p>Para caminhar na superação de um Transtorno de Ansiedade, temos que <strong>substituir a evitação pela exposição gradual, </strong>aumentando a capacidade de<strong> regulação emocional.</strong></p>
<p>por Artur Scarpato</p>
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		<title>O Quarto do Medo</title>
		<link>https://psicoterapia.psc.br/o-quarto-do-medo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Feb 2018 20:44:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Pânico]]></category>
		<category><![CDATA[Para Profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnicas]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[ataque de panico]]></category>
		<category><![CDATA[crise de panico]]></category>
		<category><![CDATA[panico]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos negativos]]></category>
		<category><![CDATA[sindrome do panico]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do panico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagine um quarto especial em que você sente ansiedade assim que entra. Enquanto estiver no quarto, a ansiedade não passa, podendo ficar mais ou menos intensa, mas sempre presente e sem nenhum motivo aparente. Ficando neste quarto você pode perceber os tumultos em seu corpo como a aceleração do coração, a respiração ofegante, o suor&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine um quarto especial em que você sente ansiedade assim que entra. Enquanto estiver no quarto, a ansiedade não passa, podendo ficar mais ou menos intensa, mas sempre presente e sem nenhum motivo aparente.</p>
<p>Ficando neste quarto você pode perceber os tumultos em seu <strong>corpo</strong> como a aceleração do coração, a respiração ofegante, o suor frio, o tremor; percebe sua <strong>mente</strong> desligando ou acelerando e imaginando vários perigos que poderiam lhe ocorrer, sente insegurança, vulnerabilidade e um desejo de sair rápido dali&#8230;</p>
<p>É um quarto especial, capaz de produzir ansiedade em qualquer um que entrar.</p>
<p>Este quarto foi imaginado para pessoas que Síndrome do Pânico e por uma razão.</p>
<p>As pessoas com um Transtorno de Ansiedade como a Síndrome do Pânico costumam apresentar <strong>Sensibilidade à Ansiedade</strong> (Anxiety Sensitivity), que é um medo dos sintomas de ansiedade como se estes pudessem ser perigosos e danosos. A partir deste medo elas desenvolvem mil estratégias de <strong>evitação</strong> e tentativas de <strong>controle</strong> que só pioram a situação, gerando ainda mais ansiedade.</p>
<p>Vamos imaginar um Quarto do Medo programável, permitindo num dia focar a <strong>atenção nos sintomas físicos</strong> da ansiedade, como as alterações cardíacas, respiratórias, térmicas, musculares, etc.</p>
<p>Em outro dia o foco pode ser nos <strong>pensamentos negativos</strong>, nos cenários temidos e nas fantasias catastróficas.</p>
<p>O objetivo de se frequentar o Quarto do Medo é aprender a <strong>transformar a relação com os sintomas da ansiedade</strong>. Aprende-se a perder o medo das reações do corpo e a enfraquecer os pensamentos catastróficos negativos.</p>
<p>A estratégia é<strong> ir atrás dos fantasmas para encará-los de frente</strong>, ao invés de continuar <strong>fugindo</strong> deles. Mesmo parecendo paradoxal, encarar assim a ansiedade tem por efeito <strong>diminuí-la</strong>.</p>
<p>As visitas ao Quarto do Medo devem ser <strong>graduais</strong>. A pessoa escolhe quando entrar e tem liberdade para sair quando quiser. A intenção não é produzir uma avalanche de reações que poderiam <em>retraumatizar</em>, trazendo um sentimento de derrota e reforçando e evitação. Tem que se expor gradualmente, um pouco mais a cada dia, sem inundação, aumentando a <strong>janela de tolerância</strong> e <strong>resignificando</strong> a experiência.</p>
<p>O segredo está na atitude mental de <strong>observação com aceitação</strong> e no respeito ao <strong>caminhar devagar</strong>, passo a passo.</p>
<p>por Artur Scarpato</p>
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		<title>Trauma e Janela de Tolerância: o campo produtivo entre o caos e a paralisia.</title>
		<link>https://psicoterapia.psc.br/trauma-e-janela-de-tolerancia-o-campo-produtivo-entre-o-caos-e-paralisia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2017 14:18:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno Psicológico]]></category>
		<category><![CDATA[Trauma]]></category>
		<category><![CDATA[estresse pos traumatico]]></category>
		<category><![CDATA[experiencia somatica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma experiência traumática pode afetar a capacidade posterior de uma pessoa lidar com sua excitação interna &#8211; sejam suas reações corporais, emoções ou sentimentos. Frequentemente as pessoas traumatizadas ficam com uma pequena Janela de Tolerância. A Janela de Tolerância é o quanto de excitação física e emocional uma pessoa consegue lidar de modo integrado, sem&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma experiência traumática pode afetar a capacidade posterior de uma pessoa lidar com sua excitação interna &#8211; sejam suas reações corporais, emoções ou sentimentos.</p>
<p>Frequentemente as pessoas traumatizadas ficam com uma pequena Janela de Tolerância.</p>
<p>A Janela de Tolerância é o quanto de excitação física e emocional uma pessoa consegue lidar de modo integrado, sem se desregular, sem congelar e nem dissociar.</p>
<p>Podemos pensar na janela de tolerância como uma faixa produtiva entre duas margens problemáticas. Quando a janela de tolerância se estreita, a pessoa entra num dos extremos, de caos ou paralisia.</p>
<p>Na margem de cima, quando a excitação vai além da capacidade de integração, pode surgir descontrole, impulsividade e inundação emocional, com acessos de ansiedade, raiva e/ou choro.</p>
<p>No outro extremo, há mecanismos que buscam uma restrição radical da excitação, surgindo anestesia, depressão, perda de vitalidade e lentificação.</p>
<p>É somente entre as duas margens da janela de tolerância que a experiência interna pode ser assimilada e integrada. Neste estado de integração há possibilidade de uma articulação coerente entre sensações, sentimentos, pensamentos e ações.</p>
<p>A psicoterapia deve trabalhar ampliando esta faixa produtiva da Janela de Tolerância, ajudando tanto na assimilação do excessivo como no descongelamento da rigidez. Assim é possível sair tanto da desorganização caótica da alta exitação como do congelamento defensivo da imobilidade, duas consequências comuns do trauma.</p>
<p>por Artur Scarpato</p>
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